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Data comemorativa

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No dia 14 de julho é comemorado o Dia da Liberdade de Pensamento, referência a uma data muito importante na história mundial: a queda da bastilha, marco inicial da Revolução Francesa. Mas qual a relação entre a data e a revolução? o professor Daniel explica para a gente: Este “ foi o momento em que a população francesa saiu às ruas e se empenhou sobre as transformações que estavam sendo discutidas na Assembleia Nacional Constituinte e se armaram para defender a feitura da primeira constituição francesa. Na época em que isso ocorreu, em 1789, a Bastilha era uma prisão já bem decaída, já não não haviam muitos prisioneiros nela, uma fortaleza meio que abandonada, mas com um peso simbólico muito grande porque representava a prisão dos inimigos do rei, ou seja, todos aqueles que eram contra a monarquia absolutista acabavam presos na Bastilha. Então, quando a população francesa invade a Bastilha para pegar pólvora, para se armar e lutar contra as tropas do rei, que queriam impedir a elaboração da Constituição, neste momento eles estão invadindo também o símbolo do absolutismo e dizendo ao rei que aquele tipo de tirania, de discriminação e de silenciamento né não seria mais possível dentro da França que eles estavam querendo construir, seguindo com o lema dos revolucionários franceses ‘liberdade igualdade e fraternidade’ .” Fato que fica ainda mais evidente com a Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão, aprovada na Assembleia Nacional Constituinte da França em 1979. Essa declaração veio servir de inspiração para a Declaração Universal dos Direitos Humanos, criada pela ONU em 1948 onde está exposto o seguinte trecho: "Todo homem tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras". #história #revoluçãofrancesa #colegiosapiens #colegiocanarino #educação #liberdade #liberdadedeexpressão #revolucao #direitos

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Poema

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João Cabral foi um importante poeta brasileiro que participou da terceira fase do Modernismo no Brasil, conhecida como Geração de 45, na qual os autores buscavam uma poesia mais equilibrada e séria, seguindo um modelo mais formal, com versificação mais regrada, maior erudição e uso de temas mais universais. Dentre suas obras mais famosas estão Morte e vida Severina (1966), Pedra do sono(1942) e O rio (1954). Em 2020 o poeta completaria 100 anos. De Apolinário a Poço Fundo (Poema Completo) Para o mar vou descendo por essa estrada da ribeira. A terra vou deixando de minha infância primeira. Vou deixando uma terra reduzida à sua areia, terra onde as coisas vivem a natureza da pedra. À mão direita os ermos do Brejo da Madre de Deus, Taquaritinga à esquerda, onde o êrmo é sempre o mesmo. Brejo ou Taquaritinga, mão direita ou mão esquerda, vou entre coisas poucas e sêcas além de sua pedra. Deixando vou as terras de minha primeira infância. Deixando para trás os nomes que vão mudando. Terras que eu abandono porque é de rio estar passando. Vou com passo de rio, que é de barco navegando. Deixando para trás as fazendas que vão ficando. Vendo-as, enquanto vou, parece que estão desfilando. Vou andando lado a lado de gente que vai retirando; vou levando comigo os rios que vou encontrando. João Cabral de Melo Neto #frases #poesia #literatura #portugues #leitura #poetica #reflexão #colegiosapiens #colegiocanarinho #joaocabral #literaturanacional #poema #citação #citacao

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